Cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo conhecem o aplicativo Cidades Acessíveis

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da titular do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural, Habitação e Urbanismo (Caop-Maphu), Rita de Cássia Nogueira, expôs aos representantes dos Cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo de várias Universidades o aplicativo Cidades Acessíveis.
Estiveram presentes no encontro a Professora do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Acre (UFAC), Josélia da Silva Alves, o Coordenador do Curso de Engenharia Civil da Uninorte, Arides Rodrigues, o Coordenador do Curso de Arquitetura da Uninorte, Geraldo César Ferreira, o Coordenador do Curso de Arquitetura da Unimeta, Renê Sarquis Freire, e a Coordenadora do Curso de Arquitetura da FAAO, Daniela Kipper.

O aplicativo, que já está disponível para o download para o sistema Android, possui ferramentas importantes para a fiscalização quanto ao cumprimento das normas referentes à acessibilidade, que pode ser usada tanto pelos cidadãos, como pelos técnicos. Nesse sentido, uma das funcionalidades do aplicativo é voltada para denúncias alusivas à acessibilidade e à mobilidade urbana, como um mecanismo ágil e eletrônico para manter contato com o MP acreano, buscando providências para sanar os problemas detectados.

A agenda com os representantes das Universidades visa buscar parcerias para a divulgação do aplicativo aos estudantes dos Cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo.

A Procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira contou que os alunos podem agir como multiplicadores na divulgação do aplicativo. “Já conhecemos as Faculdades e sabemos do seu engajamento e empenho para propiciar um ensino de qualidade e o seu compromisso social, e, por isso, temos certeza que vai ser um sucesso essa nova parceria para a divulgação desse aplicativo entre os alunos e quem vai ganhar com isso é toda a população”.

Também deve ser firmado um Termo de Cooperação Técnica visando à disseminação do “Cidades Acessíveis”, momento em que será realizada uma apresentação aos alunos dos cursos sobre as funcionalidades do app.

Josélia Alves, Professora do Curso de Engenharia Civil da UFAC explicou que já desenvolve com seus alunos um projeto de extensão inspirado nas orientações do MPAC em relação à acessibilidade no âmbito daquela Universidade. “Agora, com o aplicativo, eu posso implementar o projeto usando o recurso criado pelo MP. A expectativa é grande e a gente espera que gere frutos”, finalizou a Professora.

 

O aplicativo

As denúncias podem ser feitas com o envio de imagens e informações, para abertura de procedimentos investigatórios e vistorias por parte das Promotorias com atribuições na área.

Com isso, o usuário pode acompanhar a sua denúncia e ver a resolução do problema em questão.

Além disso, o recurso fornece ao usuário contatos de secretarias e instituições, links para legislação pertinente e checklist com itens importantes a serem considerados na acessibilidade predial e urbanística.

Outra função é a possibilidade de o usuário manter contato com um profissional técnico (arquiteto ou engenheiro) do MPAC, a fim de sanar dúvidas ou questionamentos sobre as possíveis denúncias. O aplicativo abrange todo o Estado do Acre.

 

Tiago Teles – Agência de Notícias do MPAC