Calendário de Oficinas de Planejamento e Gestão tem continuidade em Rio Branco

Dando continuidade ao calendário de oficinas de Planejamento e Gestão Regionais, foi realizada, nesta sexta-feira (8), mais uma agenda de programação nas unidades ministeriais do Baixo Acre, em Rio Branco. Trata-se do encerramento do primeiro ciclo de atividades para composição do Plano Geral de Atuação da Procuradoria Geral de Justiça do MPAC para o biênio 2018-2020.

A reunião técnica ocorreu na sala multiuso do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), e foi ministrada a chefes de gabinete dos órgãos que compõem a Administração Superior, servidores da Ouvidoria Geral, do escritório do ‘MP na comunidade’ e ‘Cidade do Povo’, das diretorias e do Centro de Especialidades em Saúde (CES). Contou, ainda, com a presença do secretário-geral do MPAC, promotor de Justiça Rodrigo Curti.

As oficinas estão sendo realizadas em todas as unidades do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A intenção é promover o nivelamento conceitual e metodológico do Plano de Gestão da PGJ para o MPAC, identificando problemáticas de cada região, bem como, as áreas mais sensíveis que necessitam de uma atuação mais firme e mais efetiva do MPAC.

“Estamos desde o início da gestão, essa busca por uma compilação de idéias, pois toda contribuição de pensamento é sempre bem-vinda, para que possamos estabelecer uma linha de foco na atuação e avanços na resolução das problemáticas”, disse a procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues.

As oficinas já foram realizadas nas regiões do Alto Acre, Purus, Juruá e Tarauacá/Envira. O calendário estende-se até o mês de julho, com agendas em Rio Branco e nas comarcas de Bujari, Porto Acre, Plácido de Castro, Capixaba, Senador Guiomard e Acrelândia. O próximo encontro é nesta quarta-feira (13).

O Plano de Atuação do MPAC foi construído por meio de um processo onde se buscou ouvir o cidadão, por meio de audiências públicas e outros instrumentos que possibilitaram à instituição conhecer as necessidades da sociedade e pensar de que forma o Ministério Público, dentro de suas atribuições funcionais, pode atendê-las.

André Ricardo – Agência de Notícias do MPAC

Fotos: Clóvis Pereira